Análise Indiscreta

Musa do dia: Veronica Lake

Posted in Sem categoria by Alexandre on 30/03/2014

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Casei-me com uma feiticeira (I married a witch, 1942).

Posted in Sem categoria by Alexandre on 30/03/2014

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A Caçada ao Outubro Vermelho (John McTiernan, 1990)

Posted in Sem categoria by Alexandre on 25/03/2014

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Um verdadeiro jogo de xadrez. Entre profissionais. Eis uma boa maneira de definir A Caçada ao Outubro Vermelho, o terceiro filme de uma sequência excepcional do diretor John McTiernan, sucedido pelos lendários Duro de matar e Predador. Ainda que sua trama sobre a Guerra Fria pareça desgastada à primeira vista, os números de bilheteria mostram que o tema ainda interessava – e muito – ao público: foram 200 milhões de dólares em arrecadação para um filme que custou pouco mais de 30 milhões. E o resultado é surpreendente porque não se trata de um filme tipicamente de ação, como os dois anteriores, repleto de cenas emocionantes e personagens “populares”, mas de um trabalho contido, de aspecto muito mais formal e de conteúdo político.

O que interessa prioritariamente ao diretor é criar uma atmosfera de tensão crescente, deixando o espectador em dúvida a respeito das reais intenções dos personagens, notadamente o Capitão Marko Ramius, figura central da trama, interpretado por Sean Connery – um gigante em cena! Afinal de contas, trata-se de um megalomaníaco destinado a provocar uma Terceira Guerra Mundial ou um rebelde que pretende desertar da União Soviética após vários anos de trabalhos prestados? Vale lembrar que o elenco é um dos grandes trunfos do filme (Alec Baldwin, Sam Neill, Scott Glenn, James Earl Jones, Tim Curry, Stellan Skarsgård…), como não poderia deixar de ser.

Analisando em retrospecto, A Caçada ao Outubro Vermelho se encaixa perfeitamente em seu contexto histórico, podendo pautar uma ótima discussão sobre valores, doutrinas, guerra, obediência, liberdade, capitalismo, comunismo, etc. Se o mundo fosse melhor, certamente seria exibido nas escolas.

Crítica do Dementia¹³. 

Contrastes humanos (Preston Sturges, 1941)

Posted in Sem categoria by Alexandre on 15/03/2014

Uma daquelas obras-primas que devem ser vistas várias vezes ao longo da vida. Filme eterno.

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Musa do dia: Nastassja Kinski

Posted in Sem categoria by Alexandre on 14/03/2014

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A Bolha (The Blob, 1958)

Posted in Sem categoria by Alexandre on 11/03/2014

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Como bem definiu a Criterion Collection em seu site, The Blob é um filme de prazeres inesperados. Não apenas por ser a estreia de STEVE MCQUEEN – o único com letras maiúsculas, com todo respeito que o diretor, de carreira promissora, merece – como protagonista, mas por retratar tão bem parte da sociedade americana dos anos 1950, focando especialmente nos anseios dos jovens crescidos no pós-guerra, período de enorme avanço social, cultural e econômico nos Estados Unidos.

Com um orçamento apertado, os diretores Irvin S. Yeaworth Jr e Russell S. Doughten Jr. (não creditado) apostaram na fórmula consagrada em Assim estava escrito (The bad and the beautiful, 1952), do grande Vincente Minnelli, ou seja, instigar a imaginação do público, fazendo com que o monstro aparente ser mais assustador do que de fato é – afinal de contas, estamos falando de uma ridícula bolha vinda do espaço que toma o corpo das pessoas que com ela entram em contato, aumentado, consequentemente, de tamanho e apetite…

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No entanto, o grande trunfo do filme não é exatamente a construção do suspense. Ele existe, rendendo inclusive algumas cenas de susto e tensão exemplares, mas o que chama mesmo a atenção é o delicioso retrato de uma pequena cidade americana dos anos 50, com seus jovens repletos de esperança, ansiosos por entretenimento e experiências na vida. The Blob consegue captar extremamente bem essa inocência perdida dos adolescentes, naquele período em que a liberdade sexual e o rock and roll floresciam. A camaradagem dos amigos, os romances, as sessões de cinema, os carros, as roupas… Tudo isso nos faz ter vontade de viver aquele período especial.

O monstro, desconhecido e sem personalidade, apenas amplifica a necessária e eficaz construção de personagens-chaves que representam, cada qual a seu modo, parte da comunidade, que deve se defender, com seus parcos recursos, da ameaça externa – seria a bolha, vermelha, uma alegoria ao inimigo comunista? Ou qualquer tipo de perigo inesperado e grande o suficiente para unir as pessoas? Como ela não tem personalidade definida, pode se adaptar ao longo do tempo, sendo essa, certamente, uma das explicações para o filme funcionar tão bem até hoje.

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Algumas cenas são emblemáticas, como o momento em que os jovens protagonistas, no início do namoro, avistam uma estrela cadente – na verdade, exatamente o monstro extraterrestre.  Ou quando um curto-circuito, provocado pelo tropeço de uma das vítimas, acaba por trazer escuridão à casa onde a bolha, pela primeira vez, assume completamente a sua forma (o momento de maior tensão do filme). Mas, entre todas, a melhor, totalmente clássica, é aquela em que o público de uma sala de cinema, em plena exibição da sessão de meia-noite, corre apavorado após o ataque do monstro (até hoje em Phoenixville, Pensilvândia, onde a história acontece, as pessoas recriam essa cena na chamada “Blobfest”, atração anual da pacata cidade).

Não custa repetir: é uma delícia de filme, com muitos prazeres inesperados. E o primeiro deles pode ser conferido já nos créditos iniciais, certamente um dos melhores já feitos, com a maravilhosa canção-tema de Burt Bacharach e Mack David.

Tropas estelares (Paul Verhoeven, 1997)

Posted in Sem categoria by Alexandre on 07/03/2014

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O pôster é uma arte #67

Posted in Sem categoria by Alexandre on 01/03/2014
Orfeu Negro (1959)

Orfeu Negro (1959)

O fundo do coração (One from the heart, 1982)

Posted in Sem categoria by Alexandre on 26/02/2014

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One from the heart é um daqueles filmes subestimados que serão devidamente reconhecidos em um futuro próximo. Considerada uma obra maldita na carreira de Coppola, acabou sendo responsável pela falência do seu estúdio, a Zoetrope. Nas palavras do diretor, “ (…) Com o colapso do meu estúdio, tudo caiu num buraco negro. Não tenho um presente para viver. Vivo como uma pulga entre dois blocos de concreto. Não há espaço. É horrível”.

O filme, inicialmente orçado em 12 milhões de dólares, acabou custando 27 milhões e foi um fracasso retumbante nas bilheterias, a primeira derrota do principal diretor da década de 70, um verdadeiro divisor de águas em sua carreira. Filmado completamente em estúdio, One from the heart tinha sido projetado para ser um filme menor, uma espécie de retiro espiritual após as desgastantes filmagens de Apocalypse now – no entanto, na prática aconteceu algo bem diferente, graças à conhecida megalomania de Coppola.

Pois bem, o sucesso comercial do filme era não apenas uma esperança, mas uma necessidade. Seu fracasso colaborou, ainda mais, para a decadência da geração dos jovens cineastas que mudaram completamente o cinema americano nos anos 70 e abriu as portas para a ascensão dos filmes-pipoca da década seguinte. E o fracasso não foi apenas em termos financeiros: a crítica não perdoou, caiu matando em cima do filme, também chamado por alguns de One trought the heart (“ataque do coração”). Até hoje, essa grande obra de Francis Ford Coppola permanece na periferia de sua carreira, raramente sendo lembrada como um de seus pontos altos.

Repleto de luzes hipnotizantes, com uma fotografia absolutamente genial do mestre Vittorio Storaro, maravilhosa trilha sonora, montagem precisa e o tipo de direção que transforma o filme em algo quase vivo, um organismo pulsante, One from the heart trata sobre a vida ordinária, de pessoas ordinárias, e seus sonhos, suas válvulas de escape. Não por acaso a história se passa na cidade das ilusões, Las Vegas, o deserto onde tudo se constrói. É um filme sobre separação e reconciliação, o Sunrise (Aurora, 1927) de Coppola, um gênio na sua mais absoluta extravagância.

Musical. Comédia. Drama. Ele pode se encaixar em qualquer um dos gêneros ou em todos. Trata-se, antes de tudo, de um espetáculo visual. Apesar de todas as suas imperfeições, atinge o espectador, representando tão bem o cinema e sua capacidade de dizer a verdade através de mentiras, de ilusões – afinal, a vida não é outra coisa senão uma grande ilusão. Em poucas palavras: uma obra essencialmente cinematográfica.

Obs.: A melhor forma de descrever One from the heart é exibir algumas das suas fascinantes imagens: elas dizem muito mais do que as palavras, especialmente agora que o filme foi remasterizado em alta definição. Quem sabe seja esse o primeiro passo para o seu merecido reconhecimento. Então, algumas baixo, apenas como aperitivo.

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* Informações retiradas do livro Easy Riders, Raging Bulls, de Peter Biskind.

A máscara do demônio (Mario Bava, 1960)

Posted in Sem categoria by Alexandre on 21/02/2014

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