Análise Indiscreta

Posted in Sem categoria by Alexandre on 25/06/2014

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Colleen Camp, Blaine Novak, Patti Hansen, Ben Gazzara, Audrey Hepburn, John Ritter, Dorothy Stratten e George Morfogen: elenco de Muito riso, muita alegria (They all laughed, 1981), um subestimado filme de Peter Bogdanovich que tem tudo para, no futuro, receber os créditos que merece.

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O Massacre da Serra Elétrica (The Texas Chain Saw Massacre, 1974)

Posted in Sem categoria by Alexandre on 26/05/2014

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O Massacre da Serra Elétrica completou 40 anos de lançamento e recebeu uma grande homenagem no Festival de Cannes, tendo sido Tobe Hooper, o diretor do filme, aplaudido por oito minutos pela plateia lotada na sessão introduzida por Nicolas Winding Refn, como pode ser conferido nesta matéria. Aproveitei o momento histórico e baixei o filme para revê-lo, em uma daquelas edições de alta qualidade que podem ser encontradas nesta coisa maravilhosa chamada internet.

Digo que revi, mas, sendo sincero, foi como se tivesse visto essa obra-prima pela primeira vez: se antes, no começo de minha adolescência, achava o filme “tosco”, agora, em vida adulta, finalmente percebi a grandiosidade deste que é um dos melhores filmes de terror já feitos. E não só neste gênero: de cara, entrou na minha lista dos preferidos de todos os tempos, em qualquer classificação que se possa imaginar.

Creio que poucos filmes conseguem transmitir um impacto visual e psicológico tão grande ao espectador: raramente a insanidade humana foi tão bem retratada. É possível duvidar que nem o próprio diabo poderia imaginar a família de perversos canibais texanos criada por Tobe Hooper e Kim Henkel, tendo como integrante mais famoso Leatherface: um homem alto, gordo, forte e demente que mata suas vítimas como se não passassem de gados indefesos. Aliás, se há um filme que todo vegetariano deveria amar é este aqui (mas duvido seriamente que isso aconteça, antes o contrário).

Outras versões da história foram realizadas, mas nem é preciso vê-las todas para afirmar que nenhuma delas, inclusive as que ainda serão filmadas, alcançaram ou poderão alcançar o nível do original: o cinema parece não comportar tantas qualidades contraditórias quanto as que podem ser conhecidas neste filme absolutamente eterno.

Musa do dia: Sofia Vergara

Posted in Sem categoria by Alexandre on 18/05/2014

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Caminho sem volta (The yards, 2000)

Posted in Sem categoria by Alexandre on 17/05/2014

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Embora tenha apenas cinco filmes em seu currículo, James Gray é, sem sombra de dúvidas, um dos melhores diretores em atividade, certamente o maior surgido nos anos 90. Seu estilo clássico, sem piruetas cinematográficas, verdadeiramente focado nos personagens e nas relações que travam entre si (e com o espectador), bem como na construção da trama, revela um cineasta consciente de suas qualidades e se deu papel, sem precisar apelar para truques baratos com a intenção de chamar a atenção do público e da crítica.

É possível perceber o talento de um grande diretor através de passagens aparentemente simples. Em Caminho sem volta, logo no começo do filme, o personagem de Mark Wahlberg, regresso da prisão, caminha em direção à sua casa, onde sua família e amigos estão esperando para revê-lo, a rua totalmente deserta, apenas um gato passando rapidamente, o som distante da pequena festa que organizaram para a sua recepção… O que pensava naquele momento exato? Tinha esperança, vergonha, medo? Ao longo do filme vamos encontrando as respostas.

Sem muitas dificuldades podemos definir qual o tema central, recorrente, na filmografia de James Gray: a família. Em todos os seus filmes, o aspecto familiar é a base de sustentação. Mesmo os personagens perdidos almejam reencontrar alguma dimensão familiar que apenas lembram remotamente. Ou construir novas relações que possam chamar de duradouras. Assim, o fator tempo possui também crucial importância, como não poderia deixar de ser, em seu cinema.

Sobre Caminho sem volta, trata-se de um grande filme, merecedor do elenco de primeira linha que possui, contando com atores inesquecíveis do quilate de Faye Dunaway, James Caan, Ellen Burstyn, além dos então jovens Charlize Theron, Mark Wahlberg e, claro, Joaquin Phoenix. Em muito lembra O Delator [The Informer, 1935] na pequena odisseia moral do protagonista, com uma diferença importante: enquanto que na obra de John Ford a delação é o ponto de partida para a busca pela redenção do personagem de Victor McLaglen, no filme de Gray acontece exatamente o inverso: a recuperação moral de Wahlberg significa exatamente a coragem para denunciar algumas das pessoas que antes faziam parte daquilo que ele podia chamar de família.

O pôster é uma arte #68

Posted in Sem categoria by Alexandre on 11/05/2014
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Correspondente estrangeiro (Alfred Hitchcock, 1940)

Posted in Sem categoria by Alexandre on 05/05/2014

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Musa do dia: Veronica Lake

Posted in Sem categoria by Alexandre on 30/03/2014

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Casei-me com uma feiticeira (I married a witch, 1942).

Posted in Sem categoria by Alexandre on 30/03/2014

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A Caçada ao Outubro Vermelho (John McTiernan, 1990)

Posted in Sem categoria by Alexandre on 25/03/2014

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Um verdadeiro jogo de xadrez. Entre profissionais. Eis uma boa maneira de definir A Caçada ao Outubro Vermelho, o terceiro filme de uma sequência excepcional do diretor John McTiernan, sucedido pelos lendários Duro de matar e Predador. Ainda que sua trama sobre a Guerra Fria pareça desgastada à primeira vista, os números de bilheteria mostram que o tema ainda interessava – e muito – ao público: foram 200 milhões de dólares em arrecadação para um filme que custou pouco mais de 30 milhões. E o resultado é surpreendente porque não se trata de um filme tipicamente de ação, como os dois anteriores, repleto de cenas emocionantes e personagens “populares”, mas de um trabalho contido, de aspecto muito mais formal e de conteúdo político.

O que interessa prioritariamente ao diretor é criar uma atmosfera de tensão crescente, deixando o espectador em dúvida a respeito das reais intenções dos personagens, notadamente o Capitão Marko Ramius, figura central da trama, interpretado por Sean Connery – um gigante em cena! Afinal de contas, trata-se de um megalomaníaco destinado a provocar uma Terceira Guerra Mundial ou um rebelde que pretende desertar da União Soviética após vários anos de trabalhos prestados? Vale lembrar que o elenco é um dos grandes trunfos do filme (Alec Baldwin, Sam Neill, Scott Glenn, James Earl Jones, Tim Curry, Stellan Skarsgård…), como não poderia deixar de ser.

Analisando em retrospecto, A Caçada ao Outubro Vermelho se encaixa perfeitamente em seu contexto histórico, podendo pautar uma ótima discussão sobre valores, doutrinas, guerra, obediência, liberdade, capitalismo, comunismo, etc. Se o mundo fosse melhor, certamente seria exibido nas escolas.

Crítica do Dementia¹³. 

Contrastes humanos (Preston Sturges, 1941)

Posted in Sem categoria by Alexandre on 15/03/2014

Uma daquelas obras-primas que devem ser vistas várias vezes ao longo da vida. Filme eterno.

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