Análise Indiscreta

O pôster é uma arte #61

Publicado em Sem categoria por Alexandre em 09/06/2013

breathless poster

Marcado como:

Musa do dia: Zoe Saldana

Publicado em Sem categoria por Alexandre em 02/06/2013

zoe saldana

Marcado como: ,

Rooney Mara em Side Effects

Publicado em Sem categoria por Alexandre em 01/06/2013

rooney mara side effects 1 rooney mara side effects 2 rooney mara side effects 3 rooney mara side effects 4 rooney mara side effects 5 rooney mara side effects 6 rooney mara side effects 7

O que há de melhor em Terapia de risco, aliás.

Rooney Mara é, hoje, uma das minhas atrizes preferidas em atuação. Certamente, dentre as jovens, a que eu mais gosto. Não só pelo fato de ser uma coisinha linda e “cool”, mas por ter consciência – é o que parece – de que não adianta nada ser uma atriz interessante em filmes ruins, antes o contrário. Aparentemente ela tem escolhido a dedo as pessoas com quem trabalhar ou os tipos de filmes em que quer ser vista.

Tudo bem que Steven Soderbergh não é grande coisa, fico espantado como ele transformou uma boa trama em algo insosso e distante, ainda que, no final das contas, dê pra acompanhar o trabalho do começo ao fim – claro que se colocassem um Brian De Palma para dirigí-lo, teríamos um thriller com vida e verdadeiramente sexy e instigante, mas aí também é pedir demais. Enfim, quem quiser conferir, pelo menos pode ter a certeza de que uma coisa excelente será vista.

Nasce um monstro (It’s alive, 1974)

Publicado em Sem categoria por Alexandre em 30/05/2013

De acordo com as estatísticas do blog, ainda tem gente frequentando esse espaço com alguma frequência. Portanto, vou deixar aqui um breve recado: ultimamente tem sido quase impossível assistir a filmes durante a semana, atualizar um blog sobre cinema, então, nem se fala – estudando pela manhã e estagiando pela tarde, tenho passado 12 horas do meu dia fora de casa; quando chego ao meu recinto, já estou exausto o suficiente para sequer pensar em fazer outra coisa além de comer e dormir, hehe. E a situação não vai mudar muito até o final do ano. Ou seja, as atualizações aqui serão ou menos frequentes ou, então, mais enxutas.

nasce um monstro 1

 Ontem, véspera de feriado, pude ver esse filme de terror dos anos 70: It’s alive, dirigido, escrito e produzido por Larry Cohen, um conhecido nome do cinema B. O título original dá a entender que viva está uma coisa, um ser não humano – de acordo com o título brasileiro, um monstro. É como se o bebê de Rosemary tivesse nascido e logo iniciasse uma saga assassina por carne humana. Durante boa parte do filme, apenas imaginamos como deve ser esse monstro/animal/coisa/ser humano (?), pois o diretor trata de não revelar sua fisionomia para atiçar a imaginação do público – o que, convenhamos, dadas as limitações de orçamento e o absurdo da história, seria mesmo uma das melhores decisões a serem tomadas pelos criadores.

nasce um monstro 2

Infelizmente, o atiçamento não surtiu, pelo menos em mim, um efeito tão poderoso a ponto de me deixar com medo ou angústia. Não digo, então, que em face da absurda e arriscada história, tiraram leite de pedra – pois, apesar de tudo isso, o filme poderia ser melhor. É um bom filme, mas confesso que esperava mais (a nota é 7). Funciona melhor se visto fora da expectativa do terror. Como drama, como filme que trata sobre questões sociais, a exemplo da banalização do uso de medicamentos e os efeitos deles no corpo humano (o “monstro” é resultado de pílulas anticoncepcionais e, provavelmente, substâncias abortivas, pois de início os pais não pretendiam ter a criança), bem como da relação de amor/ódio/desprezo entre pais e filhos com sérios problemas genéticos – no que aí remete logo para a obra-prima do gênero: Freaks, de Todd Browning.

Os anos 70 foram fundamentais para a história do cinema, sob vários pontos de vista: montagem, roteiros corajosos, personagens e problemas “reais”, trilhas, críticas ácidas ao que estava ocorrendo na sociedade, etc. Em It’s alive podemos perceber alguns desses elementos que tornaram essa década um período único. Porém, no final das contas, o grande destaque do filme é a presença do veterano Bernard Herrmann, que já era gênio desde sua estreia em Citizen Kane. Aqui, mais uma vez, ele não decepciona, como pode ser conferido abaixo:

Marcado como: ,

O dia seguinte de David Bowie

Publicado em Sem categoria por Alexandre em 08/05/2013

Thank you, Gary. Thank you, Marion. Thank you, everybody.

Disque M para matar em 3D!

Publicado em Sem categoria por Alexandre em 06/05/2013

disque m para matar 1 disque m para matar 2 disque m para matar 3 disque m para matar 4 disque m para matar 5 disque m para matar 6 disque m para matar 7

Quando soube que Disque M para matar tinha sido originalmente lançado em 3D e que a Warner remasterizou essa versão e lançou no mercado, tive que conferir o resultado, ao menos por curiosidade – ora, não é pra isso que serve uma TV 3D? A surpresa maior é que a sensação tridimensional do filme é realmente intensa e, claro, sendo Hitchcock o diretor, ela foi utilizada em prol da narrativa e não como mero artefato comercial. A imagem está perfeita. Fico imaginando como seria se Hitchcock tivesse feito outros filmes em 3D, sem dúvidas ele saberia usar a tecnologia como poucos. De qualquer forma, Disque M para matar, apesar de ter subido no meu conceito, continua sendo apenas um bom e simpático filme do mestre, cujo maior problema é o excesso de diálogos. O melhor personagem do filme, para mim, é mesmo Tony Wendice, interpretado pelo grande Ray Milland – aliás, fiquei notando: ele não é a cara de David Bowie na sua fase mais envelhecida? Putz, não parava de pensar nisso. O filme tem pelo menos um marco: foi a estreia de Grace Kelly como musa-mor de Hitch e logo depois eles fariam o melhor filme de todos os tempos.

Musa do dia: Rosario Dawson

Publicado em Sem categoria por Alexandre em 05/05/2013

Rosario-Dawson-2

Marcado como: ,

William Friedkin dirige

Publicado em Sem categoria por Alexandre em 05/05/2013
Emile Hirsch em Killer Joe (2012)

Emile Hirsch em Killer Joe (2012)

Será homenageado no Festival de Veneza.

Marcado como:

Em transe (Trance, 2013)

Publicado em Sem categoria por Alexandre em 04/05/2013

trance 1

E não é que o novo filme do Danny Boyle é bom?

Para quem ainda não conseguiu digerir aquela porcaria chamada Quem quer ser um milionário?, posso afirmar, com quase certeza absoluta, que Em transe vai se mostrar uma grata surpresa. Sim, o filme tem seus problemas – e o principal deles é aquele vício horroroso de transformar cenas em videoclipes (pelo menos isso só se mostra mais insuportável no ponto mais baixo do filme, que é o seu desfecho), mas conseguiu prender minha atenção do início ao fim, devo dizer que realmente fui envolvido pela história.

Outro problema do filme tem a ver com a forma como a hipnose foi abordada. Ok, não entendo nada de psicologia, mas é quase impossível acreditar que essa técnica é capaz de tanta coisa. Se fosse assim, a CIA deveria investir em cursos de hipnose para que os prisioneiros de terrorismo revelassem os seus segredos mais obscuros ou então todos os homens deveriam aprender a hipnotizar as mulheres e não perder mais tempo com joguinhos de sedução!

De qualquer forma, admitindo que se trata de cinema puro e simples, a maneira como a trama foi construída é bastante convincente. Ela se mostra intensa e ágil. A montagem é um ponto forte do filme. A fotografia também. E o elenco é a melhor parte. Confesso que inicialmente o que mais me interessou no filme foram os atores principais: Rosario Dawson, James McAvoy e Vincent Cassel – e eles não decepcionam.

Em transe é aquele tipo de filme que se você, por acaso, começar a assistir de madrugada na televisão provavelmente acabará vendo até o final. Ele tem esse clima noturno que eu particularmente gosto muito. Em algumas partes até lembra Estrada perdida, de David Lynch, especialmente quando o personagem de James McAvoy surta de vez; em outra cena há uma clara referência ao universo de David Cronenberg; a construção da história também lembra, creio que mais por mal do que por bem, o cinema de Guy Ritchie. Não é um ótimo filme, mas provavelmente é melhor do que 90% do que atualmente está em cartaz.

?????????????????????

Obs.: Para quem ainda está com um pé atrás, Em transe também tem outro atrativo: Rosario Dawson completamente nua. Uma visão espetacular! Se bem que, depois de saber que Angie Dickinson foi substituída por uma dublê em Vestida para matar, tenho lá minha desconfiança com essas coisas, mas vale a pena, afinal de contas, ela é uma das musas do melhor filme de Tarantino, não é?

Musa do dia: Kim Cattrall

Publicado em Sem categoria por Alexandre em 02/05/2013

kim 1 kim 2 kim 3 kim 4 kim 5

Em Os aventureiros do bairro proibido (1986), dirigido por John Carpenter.

Bem, sobre o filme, na minha modesta opinião, três foram os fatores que me fizeram vê-lo até o final: 1) a coisinha linda acima que ilumina todas as cenas em que aparece; 2) o carisma de Kurt Russell (ele é foda); 3) eu TENHO que acabar de ver um filme de qualquer forma, mesmo que não esteja gostando, faz parte da minha natureza, hehe.

Confesso que não sou muito fã de John Carpenter. Mesmo tendo visto poucos filmes dele (6, sendo que sua filmografia tem mais de 20), creio que já posso afirmar que o cinema dele não faz meu tipo. Em Os aventureiros do bairro proibido essa impressão se tornou mais forte. Se o tivesse visto aos 8 anos de idade provavelmente seria fã, mas como só fui ver agora posso apenas dizer que o achei destemperado (muitos inimigos, muitas explosões, muitos tiros, muito barulho, etc) e um pouco boboca (apesar de obviamente não ser filme para se levar a sério, afinal de contas é uma aventura para toda família, acho que um pouquinho mais de desenvolvimento da trama não faria mal nenhum). Enfim, acredito seriamente que esse é o time de filme para se amar ou largar – por enquanto, fico com a segunda alternativa, mesmo reconhecendo que ele é mais interessante do que qualquer espécie do gênero produzida hoje em dia.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 39 outros seguidores