O livro pela capa

(…) Burgess afirmou que Laranja Mecânica era o menos favorito de seus livros, e que o significado confuso da obra deveu-se ao filme ter se baseado não na primeira edição, britânica, mas na mutilada versão americana. De acordo com sua introdução para a versão americana restaurada (1986), ele se rendeu aos primeiros editores americanos porque precisava do dinheiro, embora soubesse que eles estavam desviando a história dentro de uma fábula sensacionalista ao cortarem o crucial capítulo final. No capítulo 21 (o número do último capítulo por razões simbólicas), “meu jovem protagonista marginal cresce” porque percebe “que a energia humana é melhor expandida na criação do que na destruição.”

Tirei daqui. Essa aqui é boa também.

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