Grandes filmes de verão #4

Mulheres bonitas, praias, piscinas, pôker, bares, cruzeiros, viagens em trens, essas coisas.

Um Convidado Bem Trapalhão (The Party, 1968)

As Três Noites de Eva (The Lady Eve, 1941)
Moscou Contra 007 (From Russia with Love, 1963)
O Perigoso Adeus (The Long Goodbye, 1973)
À Prova de Morte (Death Proof, 2007)
Amor, Sublime Amor (West Side Story, 1961)
Uma Aventura na Martinica (To Have and Have Not, 1944)

Grandes filmes de verão #1

Mulheres bonitas, praias, piscinas, pôker, bares, cruzeiros, viagens em trens, essas coisas.

Ladrão de Casaca (To Catch a Thief, 1955)
Os Homens Preferem as Loiras (Gentlemen Prefer Blondes, 1953)
007 Contra Goldfinger (Goldfinger, 1964)
A Primeira Noite de um Homem (The Graduate, 1967)
Gata em Teto de Zinco Quente (Cat on a Hot Tin Roof, 1958)
Um Tiro no Escuro (A Shot in the Dark, 1964)
Quanto Mais Quente Melhor (Some Like It Hot, 1959)

Blake Edwards (1922 – 2010)

“Faça com que eles redecorem seu escritório. Isso é primário, para fazer com que saibam onde você está. Então, quando você estiver filmando sequências interiores, use seu próprio decorador de interiores e figurinista de estúdio. Desse modo, tudo no set irá se ajustar em sua casa quando você estiver terminado.”

Nothing to lose

O filme preferido do Elvis:

Nothing to lose if we are wise/ We’re not expecting rainbow colored skies/ Not right away

Nothing to lose, it might be fun/ No talk of spending lifetimes in the sun/ Although we may

Both you and I have seen what love can do/ We’ll only hurt ourselves/ If we build dreams that don’t come true

What can we lose, we know the score/ Let’s wait before we talk of evermore/ One day we may

Nothing to lose/ But much to gain if love decides to stay

Nothing to lose, nothing to lose/ Nothing to lose, nothing to lose

Vício Maldito (Blake Edwards, 1962)

Apesar de ser dirigido por Blake Edwards e estrelado por Jack Lemmon, dois grandes mestres do humor refinado no cinema americano, Days of wine and roses é, na verdade, um drama bastante denso para sua época. É um estudo consistente sobre o alcoolismo, verdadeiro destruidor de carreiras, famílias, seres humanos. Não é o tema que importa aqui – até porque existem muitos trabalhos semelhantes por aí – mas a maneira com que a história – no caso, o desmoronamento de um casal, que tinha tudo para ser estruturado e feliz – é levada com segurança e sem parecer exagerada demais. Days of wine and roses é como um grande disco de jazz: tem momentos excitantes, mas as baladas melancólicas sempre surgem para lembrar que a tristeza também existe. E, aqui, chega um momento é em que quase tudo é melancólico. O casal, com altos e baixos (mais baixos do que altos), tenta se livrar do vício maldito assim como qualquer outro alcoólico anônimo do dia-a-dia. Jack Lemmon e Lee Remick (como esquecer dela depois de Anatomy of a murder?) representam esses alcoólicos, cada qual com seus problemas particulares, uns mais graves que outros, mas todos vítimas de uma loteria: é o prêmio mais baixo que incita às apostas maiores, as mais perigosas, aquelas que mostram que existe o momento de parar quando se começa a perder demais.